Celular corporativo, o que é e como usar?

Escrito na categoria "Motivação no trabalho" por André M. Coelho.

As despesas relacionadas ao trabalho para funcionários que realizam seu trabalho remotamente são geralmente cobertas pelos empregadores e podem incluir o uso de telefones celulares. Quando se trata de serviços de telefonia móvel, os empregadores podem recorrer de duas maneiras. Eles podem reembolsar os funcionários pelo trabalho concluído ou comunicação relacionada aos negócios por meio de seus telefones celulares ou smartphones, ou podem fornecer aos funcionários telefones celulares da empresa.

Celular corporativo: o que é?

O celular corporativo é um aparelho celular que a empresa fornece aos seus funcionários para uso exclusivamente profissional. Nestes celulares, programas de monitoramento podem ser instalados, e os funcionários podem ser monitorados pelo uso do dispositivo.

É razoável esperar que os funcionários tenham seus próprios telefones, então um reembolso pelo uso pode ser uma opção sensata. Mas fornecer telefones celulares corporativos também tem seus próprios benefícios, por isso é importante que os empregadores considerem o máximo possível de fatores, prós e contras, antes de decidir se fornecem telefones celulares aos funcionários ou não.

O aparelho celular corporativo é uma boa ideia?

Um dos maiores benefícios de dar aos funcionários telefones celulares de propriedade da empresa é a capacidade de todos usarem o mesmo hardware e software. No entanto, a maioria das pessoas não gosta de carregar dois dispositivos móveis ao mesmo tempo, portanto, os funcionários podem considerar o transporte de um telefone da empresa além do telefone pessoal uma desvantagem significativa.

Compatibilidade do celular para empresa é importante

Ao fornecer telefones celulares, os empregadores podem escolher a operadora, o hardware e o sistema operacional que melhor atenda às necessidades da empresa. As empresas podem decidir que querem usar o iOS da Apple, o Android do Google ou alguma outra opção. Mas seja qual for a sua escolha, eles saberão que todos os seus funcionários devem ter acesso ao mesmo software e recursos. Isso pode melhorar a comunicação interna e certamente agiliza o trabalho dos departamentos de tecnologia da informação (TI).

Celular corporativo

A empresa pode fornecer o celular corporativo, e o empregado precisará obedecer às regras para o uso do dispositivo. (Foto: Pexels)

Carregar vários telefones pode ser um problema

É raro ver pessoas sem um telefone celular ao alcance, mas muitas pessoas não querem carregar dois telefones celulares. As empresas podem (e devem) estabelecer políticas para o uso pessoal dos telefones celulares da empresa, mas a maioria dos funcionários não quer conduzir negócios pessoais em um telefone celular que sabe que seu empregador pode monitorar. Isso deixa o transporte de um segundo telefone celular como a única alternativa, e isso normalmente não é popular entre os funcionários. Além disso, a maioria dos funcionários gostaria de ser reembolsada por seu telefone pessoal em vez de carregar um segundo telefone.

Economia de custos pode ser significativa com planos corporativos

Ao reembolsar funcionários pelo uso comercial de seus telefones celulares pessoais, você está cobrindo o custo de vários planos de tarifas individuais. Você provavelmente pagará uma taxa significativamente menor por telefone se estabelecer uma conta comercial para várias linhas com um único provedor. Como na maioria das compras em massa, quanto mais linhas você precisa, menos você pode esperar pagar por linha. A competição é acirrada entre as operadoras de telefonia celular, então você pode ser agressivo ao negociar a melhor tarifa possível.

Mais trabalho para departamentos de TI com celulares corporativos

Embora beneficie os departamentos de TI se todos tiverem o mesmo hardware e estiverem usando o mesmo software, os telefones celulares da empresa ainda precisam ser atendidos por especialistas em tecnologia. Quando os funcionários possuem seus próprios telefones celulares, também se espera que eles façam a manutenção deles, mas se surgirem problemas com os telefones celulares da empresa, seu departamento de TI precisará resolvê-los.

Além disso, como os funcionários não são proprietários dos telefones fornecidos pela empresa, eles podem não ser tão cuidadosos com eles como seriam se os possuíssem pessoalmente. Isso pode levar a um aumento na taxa de substituições para a empresa.

Um smartphone corporativo proporciona acesso 24 horas por dia, 7 dias por semana

Trabalhar remotamente não é a única razão para os funcionários terem telefones celulares. Alguns funcionários, como executivos ou membros da equipe de TI, precisam estar de plantão ou acessíveis em curto prazo. Portar o celular da empresa, por esse motivo, pode fazer parte da descrição de suas funções. Em situações urgentes, o tempo pode ser crítico e um telefone celular da empresa pode fornecer acesso rápido à pessoa adequada.

Os custos de atualização de aparelhos podem ser altos para as empresas

A tecnologia do telefone celular muda rapidamente, mesmo em comparação com outros produtos relacionados à tecnologia. Embora as empresas possam investir em hardware e software de computador que podem durar vários anos, não é realista esperar que telefones celulares com mais de dois anos sejam capazes de atender às demandas atuais. Se fornecer telefones celulares para funcionários, espere atualizar seus dispositivos pelo menos a cada dois anos. Se os funcionários estão frustrados com a tecnologia lenta ou desatualizada, isso provavelmente diminuirá a produção.

É uma boa ideia levar isso em consideração ao negociar inicialmente um acordo com seu provedor para que você possa obter o melhor preço possível nas atualizações esperadas.

O que acham dos celulares corporativos? Acham que valem a pena?

Sobre o autor

Autor André M. Coelho

André é pós-graduado em pedagogia empresarial, especializando na padronização de processos. Possui mais de 300 horas em cursos relacionados à administração de empresas, empreendedorismo, finanças, e legislação. Atuando também como consultor e educador empresarial, André escreve sobre Recursos Humanos desde 2012.

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