O que faz um analista? E um supervisor?

Escrito na categoria "Recursos Humanos" por André M. Coelho.

Posições de trabalho para analistas e supervisores são bem comuns no ambiente de trabalho. Porém, ainda levantam muitas dúvidas sobre as atribuições e a capacitação necessária para exercer esses cargos com eficiência. Dúvidas as quais tentaremos esclarecer abaixo, com o detalhamento dessas duas posições profissionais.

O que faz um analista?

No ambiente de negócios complexo de hoje, a capacidade de adaptação, agilidade e capacidade de uma organização para gerenciar mudanças constantes através da inovação podem ser chaves para o sucesso. Os métodos tradicionais não podem mais levar a alcançar objetivos quando as condições econômicas são desfavoráveis. É aí que o analista entra. As empresas alcançam objetivos através de projetos que traduzem as necessidades dos clientes em novos produtos, serviços e lucros. Os analistas podem fazer com que tudo aconteça de forma mais eficiente e eficaz.

O principal objetivo do analista é ajudar as empresas a implementar soluções de forma econômica, determinando os requisitos de um projeto ou programa e comunicando-os claramente às partes interessadas, facilitadores e parceiros.

O que é preciso para ser um analista?

O treinamento de análise ensina gerenciamento, uma das principais habilidades dos analistas. É também uma habilidade necessário o desenvolvimento de soluções técnicas para problemas ou para promover os esforços de uma empresa, começando com a definição, análise e documentação de requisitos para que um trabalho seja realizado. O gerenciamento de requisitos no nível do projeto pode ajudar a atender às necessidades do negócio.

Analista e supervisor

O trabalho de um analista e o trabalho de um supervisor são cruciais em um ambiente profissional, com atribuições únicas dentro de um ambiente empresarial. (Foto: Course Hero)

Os analistas geralmente assumem o papel principal em:

Analistas especializados também usam requisitos para dirigir o design ou revisão de casos de teste, solicitações de mudança de processo, gerenciando o escopo, aceitação, instalação e implantação de um projeto.

O que é preciso ser um analista?

Tornar-se um analista bem-sucedido tem competências empresariais essenciais e conhecimentos especializados que avançarão os objetivos de uma empresa e contribuirão para a competitividade restante em uma economia complexa. Essas habilidades básicas incluem:

O que faz um supervisor, no geral?

O título de supervisor normalmente é aplicado a uma função gerencial de primeira linha ou inferior, muitas vezes em configurações industriais ou administrativas. A designação do supervisor é menos comum hoje em dia do que em épocas anteriores, onde o trabalho real de observar colegas de trabalho de perto era considerado uma tática de gerenciamento necessária. Ainda assim, há uma variedade de papéis e vocações hoje onde a designação e o papel de supervisor ainda existe.

Funções de um supervisor

Um supervisor é responsável pelo desempenho do dia a dia de um pequeno grupo. Pode ser uma equipe, um departamento ou um turno de trabalho. Normalmente, o supervisor tem experiência no que o grupo faz e ganhou o cargo com base na crença da administração de que ele ou ela é capaz de orientar a equipe.

As tarefas comuns de supervisão incluem:

Como se tornar um supervisor?

A função de supervisor é aquela em que o indivíduo deve ter uma excelente compreensão do trabalho da equipe e também uma compreensão das tarefas e atividades de um gerente. O supervisor é muitas vezes escolhido pela equipe de trabalho porque a gerência aprecia sua ética de trabalho, a atitude da empresa e o compromisso com a qualidade. As organizações muitas vezes exigem indivíduos promovidos a papéis de supervisão para participar de treinamento de gerenciamento de primeira linha ou linha de frente, onde eles aprendem importantes habilidades de comunicação e gerenciamento.

Desafios para os supervisores

O papel de um supervisor é muitas vezes um desafio. O novo supervisor geralmente deve navegar a transição incomum de ser um dos membros da equipe para ser o indivíduo responsável por orientar o trabalho, oferecendo feedback construtivo e até mesmo redigir, disciplinar ou demitir um colega ou amigo de longa data. Em vez de ser um membro da equipe, o indivíduo, como supervisor, faz parte da administração. Esta transição é muitas vezes extremamente desconfortável para todas as partes.

Uma grande parte do papel do supervisor envolve oferecer feedback, tanto construtivo quanto positivo, sendo o ser construtivo o mais desafiador para a maioria dos indivíduos entregar.

Se o treinamento não foi oferecido, muitos supervisores relatam lutar com a entrega de feedback construtivo.

No papel de supervisor, o indivíduo é responsável pelo desempenho da equipe, que oferece pressão acima e além do nível que ele ou ela pode ter experimentado como membro da equipe.

Muitas vezes, o supervisor é responsável pela equipe e desempenho geral, mas tem relativamente pouca autoridade direta sem obter suporte gerencial.

Melhores Práticas de Supervisores bem-sucedidos

Eles entendem a importância do desenvolvimento da equipe, e eles trabalham duro para apoiar sua equipe.

Eles trabalham para ganhar a credibilidade e o apoio dos membros da equipe.

Eles se concentram na criação de uma cultura onde a prestação de contas e a justiça estão presentes em cada encontro.

Eles apoiam o desenvolvimento profissional e treinamento de seus membros da equipe.

Eles protegem sua equipe e muitas vezes se mantêm visivelmente responsáveis ​​por erros ou contratempos.

Eles trabalham duro para dominar a arte e a ciência de fornecer feedback efetivo e construtivo.

Entenderam as posições? Ficou alguma dúvida? Deixem nos comentários suas perguntas e iremos respondê-las com carinho!

Sobre o autor

Autor André M. Coelho

André é pós-graduado em pedagogia empresarial, especializando na padronização de processos. Possui mais de 300 horas em cursos relacionados à administração de empresas, empreendedorismo, finanças, e legislação. Atuando também como consultor e educador empresarial, André escreve sobre Recursos Humanos desde 2012.

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